Casa do Pessoal da FCSH/NOVA concretiza doação ao IPO

Na sequência da participação da FCSH/NOVA na 38.ª Corrida e Caminhada da Liberdade, a Casa do Pessoal da Faculdade doou 50 euros em material de pintura e desenho ao Instituto Português de Oncologia (IPO). A entrega dos bens foi realizada pessoalmente por alguns participantes, em maio, no Hospital Pediátrico da instituição.A Papelaria Fernandes também mostrou a sua solidariedade perante a iniciativa, realizando um desconto nos artigos adquiridos.

 

 

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Leituras Cruzadas no Goethe Institut com Nuno Crespo

Na quarta-feira, 20 de maio, pelas 19h, na Biblioteca do Goethe-Institut em Lisboa, Nuno Crespo irá abordar a transformação do olhar de Rilke, numa conversa moderada por Filipa Melo.

Nuno Crespo é licenciado e doutorando em Filosofia pela FCSH/NOVA, e é investigador do IHA – Instituto de História da Arte, unidade de investigação da Faculdade, onde coordena um grupo de investigação sobre arte, crítica e política. A sua atividade de investigação tem sido dedicada, principalmente, ao cruzamento entre arte, arquitectura e filosofia e a autores como Kant, Wittgenstein, Walter Benjamin, Peter Zumthor e Adolf Loos. Trabalha como curador independente e é crítico de arte no jornal Público.

Com a série Leituras Cruzadas – conversas literárias na biblioteca, o Goethe-Institut dá a palavra a convidados portugueses, que falam sobre as obras dos autores alemães desde clássicos aos contemporâneos, da prosa a poesia alemães que os marcaram, as leituras cruzadas apresentam conversas interessantes sobre os temas mais atuais e os autores mais importantes da literatura alemã.

Rainer Maria Rilke, um dos poetas mais intensos de língua alemã, que alargou o campo da poesia para lá da imagem e da sintaxe. Fundiu nele a filosofia e sublinhou a relação do poeta com a exterioridade de a visão como operador poético por excelência.

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#NOVADayNight: A estória de um dia com história

Queremos que percebas num dia o que a faculdade te tem para oferecer num ano”. Foi a frase que mais usei enquanto NOVA Embaixador para caracterizar o nosso dia aberto. Continuar a ler

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NOVA Day&Night: O melhor Dia Aberto de sempre!

Quem a vê ao longe, nas suas paredes de vidro, vazia e luminosa, e não conhece a FCSH/NOVA, pode ter pouca noção daquilo que ela é. Quem a observa de fora, tão magistral e imponente, na sua icónica Torre B, está longe de pensar que, reside aqui, com este aspeto monumental, uma Faculdade cheia de alma.

Alma feita da energia dos milhares de estudantes que a vivem como a uma casa, que encontram aqui amigos que são a sua nova família. Construída pelo esforço das centenas de colaboradores docentes e não-docentes, que com o seu trabalho dão vida às palavras e projetos, força à transmissão de saberes e à partilha de conhecimento. Uma faculdade que parece um ser animado, movimentado também pelos desejos de cada um dos candidatos, dos futuros alunos, de todos os que aprendem a admirá-la mesmo antes de a conhecerem.

Abrimos portas, de par em par, para que este espírito se espalhe. No dia 30 de abril temos o NOVA Day&Night, um dia que vale por um ano inteiro.

14 cursos reunidos para mostrar o que são. Núcleos culturais e equipas desportivas, artistas e atletas, juntos para fazer ver que somos os campeões das atividades extracurriculares. Um churrasco, numa esplanada que é como se fosse a sala de estar de uma grande casa e concertos em que fazemos aquilo que em 36 anos mais nos distinguiu: Dar palco ao talento, aos novos saberes e à irreverência natural de quem pensa em liberdade.

O convite está feito. Inscreve-te aqui.

Pedro Miguel Coelho, antigo aluno da FCSH/NOVA e atual responsável pelo programa #NOVAOnTour.
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Telma Silva vence 38.ª Corrida e Caminhada da Liberdade

Telma Silva, Técnica Superior do Gabinete de Planeamento da FCSH/NOVA, foi a vencedora da 38.ª Corrida e Caminhada da Liberdade na distância de 5 km, que teve lugar no dia 25 de abril, em Lisboa. A atleta da Faculdade fez parte de uma equipa mais ampla, integrada também por Marco Lopes, Nuno Rosa, Ana Querido e Cristina Oliveira, todos funcionários da Faculdade, e Rui Pedro Julião, docente do Departamento de Geografia e Planeamento Regional. A participação também teve como objetivo fundar a equipa de atletismo da FCSH/NOVA.

O evento, que integrou as comemorações do 25 de Abril, contou com a colaboração da Casa do Pessoal da FCSH/NOVA, que doou 1 euro por quilómetro percorrido a uma instituição de solidariedade social, totalizando 35 euros.

A corrida contou também com a possibilidade de realizar um percurso com 11 km e uma caminhada de 2,5 km, encontrando-se a meta instalada na Praça dos Restauradores.

Informações adicionais sobre a corrida

Veja o vídeo da entrega do prémio

A equipa da FCSH/NOVA


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Antigo aluno desenvolve empresa de informação geográfica com recurso a drones

João Marques, licenciado em Geografia e Planeamento Regional e Mestre em Gestão do Território pela FCSH/NOVA, é o responsável pela Geodrone, uma empresa inovadora de informação geográfica com recurso a drones. O antigo aluno, que há seis meses filma, fotografa território e elabora modelos de três dimensões, percebeu que “poderia ser interessante criar informação geográfica com recurso a drones, algo que até então, em Portugal, era pouco explorado”, declarou ao “Público”. O potencial é grande e a margem para o progresso em Portugal é “enorme”, considera o empreendedor que, por isso, lançou a sua empresa em setembro de 2014.

Seja para estudos “muito localizados”, como inundações rápidas, deslizamentos de terreno, extração de inertes, depósito de resíduos sólidos, levantamentos topográficos para áreas de expansão urbana, agricultura de precisão, erosão de solos, modelação de áreas urbanas, a informação geográfica obtida através destas aeronaves não tripuladas pode ser “insubstituível” a “quatro níveis: muito alta resolução, muito baixo custo de aquisição, comparativamente a outra tecnologia, rapidez de obtenção de dados e de processamento dos mesmos e, finalmente, possibilidade de cobertura com frequência temporal muitíssimo alta”, enumera João Marques.

A Geodrone fez levantamentos para a Universidade NOVA de Lisboa e está a desenvolver um projeto de modelação 3D de elementos urbanos para incluir em plataformas móveis de valorização do património.

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Empreendedorismo Social – entrevista com Vander Casaqui

Investigador sobre o tema ‘Empreendedorismo Social’ nos contextos português e brasileiro, desde o pós-doutoramento até hoje, Vander Casaqui é docente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Práticas de Consumo da ESPM (São Paulo, Brasil), Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (2005), com pós-doutorado pela FCSH (2013).

Fomos saber junto do docente e investigador, que ainda recentemente proferiu uma palestra na Faculdade, mais sobre o empreendedorismo social e quais as grandes diferenças entre os seus protagonistas, de um e do outro lado do Atlântico.

 

O que explica a notoriedade recente do empreendedor social?

O empreendedor social é um agente que ganha relevância em nosso tempo. Essa relevância está baseada num momento histórico em que ser empreendedor se torna modelo de cultura, algo tido como ideal para a sociedade de maneira geral. Essa cultura empreendedora passa a abarcar também os problemas sociais, o que, a meu ver, não deveria ser tido como algo que substitui o papel do Estado Social e do contrato social mais amplo, para além das iniciativas desses agentes. Em síntese, o empreendedor social não deveria ser a tábua de salvação, a solução para tudo, mas é o que vemos pelos discursos recentes relacionados a ele.

 

Em que sociedade nota mais interesse pelo empreendedorismo social, a portuguesa ou a brasileira?

Ambos os países valorizam o empreendedor social, cada um a seu modo. No caso português, o ambiente de crise favorece a emergência desse agente, como forma de salvação diante da falta de perspectivas da economia. No caso brasileiro, os históricos problemas sociais passam a ser lidos como oportunidades para empreendedores habilitados tecnicamente. A formação e o estímulo a empreendedores estão na pauta do dia dos dois países, e isso abarca os problemas sociais também.

 

Há alguma diferença significativa entre estratégias e ação dos empreendedores sociais portugueses e brasileiros?

Em minha pesquisa, que incluiu entrevistas com empreendedores sociais de Lisboa, do Porto e de São Paulo, a principal diferença foi uma tendência maior ao uso das redes sociais pelos brasileiros para lançar projetos, como plataformas para dar visibilidade a empreendedores sociais, para estimular o voluntariado, para levantar recursos via crowdfunding, por exemplo. A cena de São Paulo é especialmente rica nesse tipo de empreendedorismo social pensado a partir das redes digitais.

 

É correto afirmar-se que os empreendedores sociais têm percursos de vida distintos da maioria das pessoas?

Os empreendedores são seres sociais como quaisquer outros, inclusive em seu impulso para narrativizar a vida como uma missão, com um objetivo maior. No caso dos empreendedores sociais, há uma ética que organiza a vida como um todo, presente nos relatos desses agentes. Dessa forma, tendem a buscar relação entre passado, presente e futuro como uma grande narrativa de vida que demonstra a vocação para ser empreendedor social.

 

Nas entrevistas que realizou, os empreendedores sociais demostram descontentamento pelo funcionamento da sociedade, ou há antes uma atitude de aceitação? Em que país isso é mais visível?

Em ambos os países, há uma descrença muito forte em relação à capacidade do Estado e da política tradicional de resolver os problemas sociais, o que motiva as ações individuais ou de pequenos coletivos. Essa solução, de certa forma, é uma aceitação desse estado de coisas, o que não me parece bom como via única; quando renunciamos a um contrato social amplo, a uma sociedade comprometida com a transformação social, ficamos com soluções pontuais, que só atenuam os grandes problemas que devemos enfrentar.

 

Qual é o país que melhor apoia este tipo de iniciativas?

Pela observação e acompanhamento dos dois contextos, ficou evidente que Portugal tem criado mais iniciativas organizadas para estimular o empreendedorismo social. No Brasil há muitas iniciativas, mas ainda há muita lentidão em se propor políticas de estímulo estatais, bem como ainda há muito poucas iniciativas de formação de empreendedores sociais, como acontece nas universidades portuguesas.

 

Escreveu que “pensar Portugal daqui a 10 anos é pensar em um país no qual o Estado não é considerado como parte da solução dos problemas”. Pensa que a sociedade olha para estas empresas sociais como parte da solução?

Sim, e inclusive o Estado alimenta esse discurso de que o empreendedorismo e o empreendedorismo social são a solução de todos os problemas e a via única para o futuro do país. Essa terceirização do papel do Estado é curiosa e complexa, mas está sendo reiterada de forma crescente. Um dos sintomas disso é o dia dedicado ao empreendedorismo social, iniciativa divulgada por Cavaco Silva em 12 de dezembro de 2013.

 

Acha que a sociedade reconhece este tipo de empreendedores sociais como “heróis”, no sentido que dão parte do seu tempo e vida para trabalhar para o bem comum? Este aspeto é mais visível em Portugal ou no Brasil?

Não tenho como afirmar que a sociedade como um todo reconhece os empreendedores sociais como heróis, mas esse discurso está muito presente nesse campo de atuação, especialmente nas organizações incentivadoras da atividade desses agentes. Organizações locais e globais, como a Ashoka, a Schwab Foundation, trazem a imagem do herói para apresentar os empreendedores sociais e suas realizações.

 

Escreve que “entre visões eufóricas e disfóricas, os empreendedores sociais persistem, engajando-se, queiram ou não, no mercado capitalista, com o sonho de ‘revolucionar’, de ‘mudar o mundo’”. É uma característica comum aos dos lados do Atlântico?

Essa é uma questão bastante complexa, pois há muitos paradoxos no contexto em que o empreendedor social se insere. É exigido desse agente que una à sua vontade de mudar o mundo a capacidade de ser sustentável, de ser empreendedor, competitivo, capaz de conduzir de forma eficaz planos de negócios. Também se espera que suas iniciativas sejam de alto impacto, replicáveis e capazes de prospectar e seduzir investidores. Tanto em Portugal quanto no Brasil, a realidade é parecida: o empreendedor social é obrigado a operar como um player do mercado capitalista, seguindo suas lógicas para estabelecer os seus projetos e torná-los sustentáveis.

 

Informações adicionais:

Narrativas de empreendedores sociais portugueses e brasileiros: percursos de vida e projetos de transformação

Ideologia do empreendedorismo social: representações do trabalho em tempos de crise do Estado Social português

Concepções e significados do empreendedorismo social no Brasil e em Portugal:

crise, performance e bem comum

 

 

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#NOVAOnTour: Quando a escola vem à faculdade…

Num ano tão decisivo como é o 12º ano, as visitas às universidades podem ser uma boa ajuda para tomar uma decisão ou podem, apenas, criar mais dúvidas. No dia 5 de março, nós, alunos de 11º e 12º anos de escolaridade do Curso de Línguas e Humanidades, tivemos a oportunidade de fazer uma dessas visitas à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

A primeira paragem da visita foi na esplanada, que, apesar de desprovida de mesas e cadeiras (fomos informados que iriam voltar a ser colocadas nesse dia) estava cheia de alunos, alguns até que estranharam a chegada do nosso grupo (cheguei a ouvir uma rapariga a comentar “Será Dia Aberto?”). Talvez o estatuto de “aluno universitário” seja tão intimidante para nós que nos esquecemos que a diferença de idade entre eles e nós não é assim tão grande.

Seguimos para o auditório, onde foi feita uma apresentação sobre a faculdade (organização, funcionamento, oferta formativa). De vez em quando, lá vinha a pergunta “Alguém tem alguma dúvida?”, às vezes havia um braço que superava a timidez e questionava acerca de um certo curso, a vida de universitário, a própria faculdade ou as tão temidas médias.

“Foi uma conversa que nos ajudou a compreender melhor as nossas escolhas”

Foi sem dúvida uma conversa que nos ajudou a compreender as escolhas que queremos. Pessoalmente, ajudou-me a perceber melhor o curso que pretendo seguir e a corrigir ideias erradas que tinha acerca dele. Além disso, os nossos guias explicaram-nos o que podemos esperar para o próximo ano escolar e que a passagem do secundário para a universidade não será fácil.

Continuámos a visita pelas instalações, onde sentimos a diferença entre a calma biblioteca e a animada Associação de Estudantes, onde o vice-presidente falou um pouco connosco. Prosseguimos pelos vários blocos, e algumas salas de aula, e acabámos no edifício onde estão alojados os Doutoramentos e os centros de investigação. No final, os nossos acompanhantes apelaram a que, quando fizéssemos a nossa inscrição no ensino superior, não esquecêssemos a faculdade que acabávamos de visitar.

Voltámos para casa com a consciência das opções que temos e, um dia, também nós tomaremos o nosso lugar na “esplanada”, seja nesta ou noutra universidade. Agora, é esperar (ansiosamente) por setembro.

Ana Rosário, aluna do 12.º Ano da Escola Secundária de Serpa

 

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Livros dos séculos XVI e XVIII da Biblioteca do Ministério dos Negócios Estrangeiros

A Biblioteca Nacional de Portugal promove, no dia 3 de março, pelas 17h00, o lançamento do catálogo Livros dos séculos XVI e XVIII da Biblioteca do Ministério dos Negócios Estrangeiros, da autoria dos investigadores Diogo Ramada Curto, docente do Departamento de História, e Paula Gonçalves, investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI). A obra é resultado de um projeto de investigação promovido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Programa

17h00 Abertura
― Maria Inês Cordeiro (Directora da Biblioteca Nacional de Portugal)
― Ana Martinho (Secretária Geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros)
― José de Freitas Ferraz (Director do Instituto Diplomático)

17h15 Apresentação do catálogo dos Livros dos séculos XVI a XVIII da Biblioteca do Ministério dos Negócios Estrangeiros
― Diogo Ramada Curto (Universidade Nova de Lisboa – FSCH, IPRI)
― Paula Gonçalves (Universidade Nova de Lisboa – FSCH, IPRI)

17h30 Relevância do Direito nas Relações Internacionais
― António Costa Lobo

17h50 A cultura da diplomacia e os diplomatas portugueses nos séculos XVII a XIX
― Nuno Gonçalo Monteiro (Universidade de Lisboa, ICS)

18h10 A economia política do Iluminismo
― José Luís Cardoso (Universidade de Lisboa, ICS)

18h50 Livros com gravuras
― Miguel Faria (Universidade Autónoma de Lisboa)

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IHC ao leme da Vera Cruz

O Instituto de História Contemporânea (IHC), centro de investigação da FCSH/NOVA, constituiu-se como o responsável pela dinamização da caravela histórica Vera Cruz. Destinado a alunos desde o primeiro ciclo ao ensino secundário, os programas versam a leitura de mapas marítimos, formas de calcular um azimute, a vida a bordo ou, simplesmente, uma visita ao espaço. O tempo varia entre uma hora e hora e meia, consoante as atividades selecionadas pelos marinheiros, sendo certo que no programa constam sempre elementos sobre a História de Portugal, sobretudo no período da expansão marítima.

A Caravela Vera Cruz, construída no ano 2000 no âmbito da comemoração dos 500 anos do Descobrimento do Brasil, é uma réplica exata das antigas caravelas portuguesas. Trata-se de uma embarcação rápida, de fácil manobra e, graças ao seu fraco calado, apta a navegar em alguns rios da costa africana e brasileira.

Informações adicionais

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