Conferência Internacional «A Alemanha e o 25 de Abril»

A Fundação Friedrich Ebert vai promover no dia 21 de Abril, às 18h30, no auditório do Goethe-Institut em Lisboa, a Conferência Internacional «A Alemanha e o 25 de Abril» organizada em cooperação com o Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI), unidade de investigação da FCSH/NOVA, e a revista FINISTERRA.

A conferência terá a intervenção do Professor António Reis, docente jubilado do Departamento de História da FCSH/NOVA e investigador no Instituto de História Contemporânea, unidade de investigação da Faculdade.  Foi co-fundador do Partido Socialista (1973) e colaborador da Revista “Seara Nova” de 1969 a 1974. Como oficial miliciano participou na preparação e execução da operação militar que pôs termo à Ditadura em 25 de Abril de 1974. Foi deputado à Assembleia Constituinte (1975-1976), membro do II Governo Constitucional (1978) e Deputado à Assembleia da República (1976-1983 e 1995-2002).

Entrada livre mas sujeita a inscrições através do e-mail: info@feslisbon.org.

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Lançamento do livro “O Gosto na Arte – Idade Moderna”

No dia 23 de Abril, às 18h30, no Palácio Fronteira, terá lugar o lançamento do livro “O Gosto na Arte – Idade Moderna”, é uma obra coletiva coordenada pela investigadora Ana Duarte Rodrigues do Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar (CHAM) e com textos de Ana Isabel Buescu, docente do Departamento de História; David Cranmer, docente do Departamento de Ciências Musicais, ambos da FCSH/NOVA; José Alberto Ribeiro; Alexandra Gago da Câmara; Miguel Cabral Moncada e Teresa Leonor do Vale.

Este livro visa abordar o conceito do gosto nas mais variadas expressões artísticas desde os jardins à ópera, desde a ourivesaria à mesa, desde o azulejo ao exótico.

O gosto, considerado por muitos um conceito estrutural para a compreensão da arte, nunca fora, no entanto, abordado de forma autónoma na história da arte portuguesa.

A apresentação do livro será realizada pelo Prof. Vítor Serrão.

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Augustus appellatus sum: tradição, ruptura e memória

6 a 9 de Maio – Congresso internacional assinala os 2000 anos sobre a morte de Augusto, aproveitando a efeméride para discutir a obra do imperador romano e os seus reflexos na actualidade.

Augustus appellatus sum: tradição, ruptura e memória

O Centro de História da Cultura (CHC) da FCSH/NOVA organiza, de 6 a 9 de Maio, o congresso internacional “Augustus appellatus sum: tradição, ruptura e memória”. Serve este para assinalar os 2000 anos sobre a morte de Augusto, um protagonista da História de Roma destruidor e fundador de regimes políticos, mestre da propaganda, transformador directo e indirecto do sistema social e económico, patrono das artes e das letras. O seu legado, criado ao longo de cerca de meio século de governo, subsistiu muito para além do desaparecimento do homem que o construiu.

O evento resulta de uma colaboração do CHC com o Instituto de Arqueologia e Paleociências (IAP) e o Instituto de Estudos de Literatura Tradicional (IELT), centros de investigação da FCSH/NOVA.

O congresso insere-se num grupo de actividades mais vastas, em Portugal e em Espanha, denominado “DIVVS AVGVSTVS. Comemorações do Bimilenário da Morte de Augusto”, promovido pela Associação Portuguesa de Estudos Clássicos (APEC) e pela Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (SBEC) e que conta como entidades associadas com as seguintes instituições: Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra (CECHUC); Centro de História da Cultura da Universidade NOVA de Lisboa (CHC); Instituto de Arqueologia e Paleociências da Universidade NOVA de Lisboa (IAP); Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Universidade NOVA de Lisboa (IELT); Museo Nacional de Arte Romano (MNAR), em Mérida (Espanha); e Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa (MADDS), em Braga.

O congresso internacional “Augustus appellatus sum: tradição, ruptura e memória” decorrerá de 6 a 9 de Maio na FCSH e inclui actividades culturais como uma visita ao Museu de Odrinhas.

Informações adicionais no blogue do evento

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Estreia do filme “Vida Activa” de Susana Nobre, antiga aluna de Ciências da Comunicação

O filme “Vida Activa” de Susana Nobre, antiga aluna de Ciências da Comunicação da FCSH/NOVA, terá a sua estreia nacional no dia 8 de Maio, no Cinema City Alvalade.

Este filme foi gravado nos 5 anos em que a realizadora trabalhou no Centro Novas Oportunidades do Centro de Formação Profissional de Alverca como profissional de reconhecimento e validação de competências.

Ouviu as histórias de vida das pessoas que recorreram ao programa, construindo um filme sobre as experiências de vida e o trabalho, tendo como pano de fundo a realidade portuguesa dos últimos quarenta anos, sem fazer qualquer julgamento a nível político e económico.

Partindo das histórias de vida dos protagonistas, o filme torna-se assim uma reflexão sobre o trabalho no mundo contemporâneo.

Mais informações: www.terratreme.pt

Excerto do filme: https://vimeo.com/84710325

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Entrevista a Alberto Pimenta ao Portuguese American Journal

Alberto Pimenta, docente aposentado, dos departamentos de Estudos Portugueses e de Linguística, foi entrevistado pelo “Portuguese American Journal” sobre a sua obra literária.

Leia a entrevista aqui.

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Murs Rebelles

De 5 de Maio a 5 de Julho a FCSH/NOVA acolhe “Murs Rebelles”, uma exposição fotográfica sobre iconografia nacionalista contestatária.

Murs Rebelles

A exposição Murs Rebelles constitui o resultado do trabalho de investigação de dois professores universitários franceses, Xavier Crettiez, e Pierre Piazza, sobre três organizações terroristas europeias:  a FLNC (Frente de Libertação Nacional da Córsega), o IRA (Irish Republican Army) e a ETA (Euskadi Ta Askatasuna).

O conjunto, composto por mais de 100 imagens propagandistas, salienta a importância das reivindicações expressas em inscrições murais realizadas por estes grupos armados, pretendendo ajudar a compreender o seu discurso extremista, bem como os fenómenos autonomistas e regionalistas de cada um deles.

A exposição estará patente ao público de 5 de Maio a 5 de Julho no Edifício ID, piso 1, no campus da FCSH/NOVA.

O evento é organizado pelo Departamento de Estudos Políticos da FCSH/NOVA.

Veja o vídeo da apresentação da exposição


Exposition "Murs Rebelles" por UVSQcommunication

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«Emprego para a Europa – Europa pelo emprego»: Concurso fotográfico organizado pelo Grupo do PSE no Comité das Regiões

Na perspectiva das eleições para o Parlamento Europeu, em que os cidadãos determinam através do seu voto quem melhor pode responder a nível europeu à questão crucial do emprego, o Grupo do PSE no Comité das Regiões (CR) lança a 7.ª edição do seu concurso anual de fotografia, dando uma oportunidade a novos talentos de se exprimirem sobre estas questões fundamentais para a Europa.

Esta iniciativa surge no seguimento da campanha sobre o emprego dos jovens, realizada em 2013 pelo Grupo do PSE no Comité das Regiões (bit.ly/youth-employment).

«Emprego para a Europa - Europa pelo emprego» convida fotógrafos amadores a captar numa foto a diversidade das realidades de trabalho e as aspirações de emprego na Europa. Os participantes poderão encontrar ideias e «fontes de inspiração» sobre aspectos a focar no sítio  da iniciativa (bit.ly/jobs4eu).

O concurso decorre até 30 de Junho de 2014, podendo participar qualquer residente europeu com mais de 18 anos.

As três melhores fotografias serão selecionadas por um júri composto de membros do Grupo do PSE no CR (em representação dos órgãos de poder local e regional da UE) e profissionais do mundo da fotografia. Em Setembro, o público terá a oportunidade de escolher um quarto vencedor através de uma votação na página do Grupo do PSE no Facebook (www.facebook.com/pesgroupcor).

A proclamação dos vencedores será feita numa cerimónia de entrega dos prémios em Bruxelas, em Outubro de 2014.

Mais informação sobre o concurso em: www.pes.cor.europa.eu

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Prémio Científico Casa da América Latina/Santander Totta 2014

Já estão abertas as candidaturas para o Prémio Científico Casa da América Latina/Santander Totta até 31 de Maio de 2014.

O Prémio Científico Casa da América Latina/Santander Totta destina-se a distinguir teses de doutoramento realizadas por investigadores portugueses ou latino-americanos em universidades de Portugal ou da América Latina. Os temas devem ser de interesse comum ou resultar, na sua elaboração, da colaboração entre universidades de ambos os lados do Atlântico.

O prémio prevê as categorias de Ciências Sociais e Humanas, Tecnologias e Ciências Naturais e Ciências Económicas e Empresariais e é constituído por uma importância de 5.000 euros para cada uma das três categorias.

Regulamento e inscrição em: http://casamericalatina.pt/premios/premio-cientifico/

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Maiores de 23 anos – Sessões de Esclarecimento

Dia 30 de Abril, das 17h30 às 19h, com os docentes responsáveis pelas provas em cada um dos departamentos da FCSH/NOVA.

Para mais informações sobre o acesso ao Ensino Superior através do Concurso Especial para Maiores de 23 anos, a FCSH/NOVA organizará Sessões de Esclarecimento no próximo dia 30 de Abril, das 17h30 às 19h, com os docentes responsáveis pelas provas em cada um dos departamentos da Faculdade.

Durante este período, e com sessões a começar sensivelmente a cada 30 minutos, poderá tirar as suas dúvidas sobre o acesso aos cursos, o plano de estudos, as vantagens do estatuto de trabalhador-estudante, entre outras.

Poderá inscrever-se para estas Sessões de Esclarecimento até às 12h00 de dia 28 de abril: Inscrição!

Informações adicionais sobre “Maiores de 23 Anos” ou através do e-mail: gria@fcsh.unl.pt

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Mário Soares e Francisco Pinto Balsemão debatem “Democracia”

22 de Abril, Auditório 1, às 18h – Conferência no âmbito do ciclo “Revolução e Democracia”. O evento será transmitido via streaming.

Um dos fundadores do Partido Socialista e antigo Presidente da República, Mário Soares, e o ex-Primeiro Ministro e Presidente do Grupo Impresa, Francisco Pinto Balsemão, são os oradores da quarta conferência dedicada aos 40 anos da Revolução de Abril. Com o tema “Democracia”, o evento pretende abordar a evolução dos ideais políticos num contexto de mudança social.

A conferência terá lugar a 22 de Abril, no Auditório 1 da FCSH/NOVA, das 18h às 19h30 e será transmitida via streaming.

Entrada livre.

Formulário de inscrição

Programação mensal

 

O primeiro regime democrático português

Nos últimos momentos do Estado Novo, a braços com a crescente contestação a uma guerra colonial sem fim à vista, do 25 de Abril de 1974 resultaram duas mudanças de fundo na comunidade política portuguesa: o confinamento da República às fronteiras históricas na Europa, Macau e Timor-Leste, e a gestação do primeiro regime democrático nacional.

Liberdades e direitos

Graças ao 25 de Abril foram organizadas eleições livres por sufrágio universal, repostas as liberdades cívicas e políticas fundamentais do liberalismo, consagrados o Estado de direito e a separação de poderes, restabelecida a liberdade de expressão, abolida a censura e reconhecido o direito à constituição de partidos políticos. No final de um processo revolucionário quase sem sangue derramado, mas com uma dinâmica de golpe e contragolpe a acalorar o debate em torno dos caminhos possíveis para a Democracia, venceu um modelo liberal, parcialmente tutelado pelos militares até à revisão da Constituição de 1982.

Com o novo regime democrático, Portugal aproximava-se da matriz política da Europa ocidental do pós-guerra e posicionava-se para a integração nas Comunidades Europeias, em linha com as pretensões da corrente maioritária da elite política nacional. Para estes, a via europeia garantiria a sobrevivência da jovem democracia e a alavanca necessária para o desenvolvimento económico do País.

Uma democracia em crise?

Passados 40 anos do 25 de Abril, a Democracia continua viva e demonstra sinais de resiliência perante os desafios de uma crise económica e financeira sem precedentes desde a 2.ª Guerra Mundial. Mas são também vários os sinais de perda de vitalidade: após a corrida às urnas nas eleições para a Assembleia Constituinte (apenas 8% dos eleitores não participaram em 1975), os níveis de abstenção iniciaram uma imparável rota ascendente. Em 2011, mais de quatro em cada dez cidadãos eleitores não depositaram o seu voto nas eleições legislativas. São igualmente reduzidos os níveis de participação cívica não eleitoral em Portugal, de que é exemplo a taxa de militância partidária, persistentemente aquém dos 5% e entre as mais baixas da Europa.

No plano institucional, o sistema político demonstra fragilidades e bloqueios, sobretudo à esquerda do espectro partidário, onde nunca se vislumbrou qualquer potencial de coligação governamental. Por outro lado, têm-se acumulado os constrangimentos ao âmbito e ao sentido das decisões das maiorias democraticamente eleitas, com o Estado nacional preso a uma agenda de políticas europeias (para a qual pouco parece contribuir) e entrelaçado numa constelação de interesses corporativos, sentados à mesa de um orçamento cada vez mais escasso.

Tenham ou não total correspondência com a realidade, os níveis de percepção da corrupção em Portugal encontram-se entre os mais elevados da Europa ocidental, e o sistema de justiça revela-se impotente para responder com eficácia e justiça a todos os grandes casos de criminalidade económica em geral, e de corrupção em particular. Esta aparente desigualdade de tratamento parece correlativa das enormes e persistentes desigualdades económicas e sociais, agravadas com a crise.

Estas e outras questões relativas ao tema “Democracia” estarão em debate na quarta conferência do ciclo “Revolução e Democracia: 40 anos do 25 de Abril”. Com esta iniciativa, a FCSH/NOVA assinala esta data histórica e reforça a ligação entre a universidade e a comunidade, convidando à participação todos os cidadãos interessados.

 

Plano das conferências temáticas mensais
FCSH/NOVA, Auditório 1, Torre B | 18h00 – 19h30

 

Tópico

Conferencistas

Dia, Mês

1

Educação e Universidade

António Rendas e Alberto Amaral

22 Janeiro

2

Protecção Social e Desigualdade

Eugénio Fonseca e José Vieira da Silva

25 Fevereiro

3

Ideologia, Partidos e Militância

Zita Seabra e Augusto Santos Silva

26 Março

4

Democracia

Mário Soares e Francisco P. Balsemão

22 Abril

5

Trabalho, Economia e Globalização

João Ferreira do Amaral e Carvalho da Silva

27 Maio

6

Arte e Cultura

António Pedro Vasconcelos e Manuel Alegre

24 Junho

7

Participação e Movimentos Cívicos

Helena Roseta e José Manuel Tengarrinha

3 Julho

8

Portugal no Mundo

Seixas da Costa e José Medeiros Ferreira

23 Setembro

9

Jornalismo, Liberdade de Expressão e Comunicação

 

Mário Mesquita e Diana Andringa

28 Outubro

10

Território e Poder Local

Nuno Portas e João Ferrão

25 Novembro

11

Religião, Tolerância e Pluralismo

Sheikh Munir e D. Manuel Clemente

19 Dezembro

 

Media partner: SIC Notícias
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Publicado em 40 Anos Democracia, Eventos Cientifícos, FCSH, Universidade Nova de Lisboa