Estudo mundial sobre a trilogia “The Hobbit”

Portugal é um dos 46 países que integram um estudo agora lançado sobre as audiências da trilogia The Hobbit, por ocasião da estreia do último filme. Cristina Ponte e Jorge Rosa, docentes do Departamento de Ciências da Comunicação, procuram que espectadores de Portugal respondam a um questionário online, que tem como objetivo conhecer melhor o público mundial de cinema, em especial do género fantástico.

Informações adicionais no website da FCSH/NOVA

Ajude-nos respondendo aqui ao inquérito e leia a entrevista com Jorge Rosa.

1 – O que se pretende com este questionário internacional sobre um filme?
O objetivo fundamental desta investigação é o de saber como as pessoas, em diferentes grupos e comunidades, acedem e dão sentido a uma obra cinematográfica de ficção: o que os leva a assistir a este filme, como o fazem (se veem no cinema ou através de outro meio, se preferem a versão 3D, etc.), como o interpretam, e inclusive se têm algum tipo de «consumo ativo» por exemplo envolvendo-se em comunidades de fãs. No que respeita ao nível de participação, esperamos que em cada um dos 46 países se obtenham pelo menos mil respostas para assegurar a representatividade.

2 – Para responder ao questionário devo ver todos os filmes da trilogia ou basta um?
O questionário destina-se a todos aqueles que assistam a este último filme da trilogia O Hobbit, tenham ou não visto os anteriores, bem como a trilogia que a antecedeu, O Senhor dos Anéis. É para nós importante saber se o fizeram, pois isso pode revelar alguma correlação interessante com outras variáveis, mas por isso mesmo não é condição necessária para responder.

3 – Se tiver lido o livro antes, tal não poderá afetar a minha impressão do filme e, em resultado, as respostas ao questionário?
É bem possível que sim, mas essa é também uma das hipóteses que queremos testar, e de resto o questionário contempla uma questão indagando se leu o livro antes, se está a lê-lo agora, ou se não leu de todo.

4 – Pode dizer-se que há culturas/países que apreciam mais o género fantástico ou trata-se mais de uma questão etária?
É uma questão cuja resposta provavelmente poderemos dar depois de encerrado o questionário e feita a análise, nomeadamente a algumas questões de resposta aberta. Sabe-se, por exemplo, que o Tolkien escreveu a primeira versão de O Hobbit como livro para o seu filho, mas a versão final, reescrita à luz do épico O Senhor dos Anéis, perdeu algumas destas características que o marcavam como livro infantil. Mas será que é ainda entendido como tal? E o filme reforça essa conceção ou, pelo contrário, dirige-se a um público mais abrangente? Esperamos não só sabê-lo como também perceber se em diferentes países e culturas há uma interpretação diferenciada.

5 – A notícia refere que Martin Barker já tinha realizado um estudo semelhante. Quais foram, na altura, as conclusões?
Sim, houve há dez anos um estudo envolvendo 18 países, sobre O Senhor dos Anéis. As conclusões – embora nalguns casos seja mais correto falar de novas hipóteses, que agora serão testadas neste estudo mais alargado – são diversas e estão dispersas por vários artigos. Algumas dizem respeito à identificação com as personagens, que varia consoante a idade e o género, outras revelam diferentes atitudes (em especial entre os fãs do género fantástico) perante o facto de se ter adaptado ao cinema um marco da literatura, etc. Um dos artigos, talvez o que melhor sintetiza o processo de investigação e seus resultados, está disponível em http://goo.gl/zkUg5Y

Jorge Rosa

Publicado em Geral

Lançamento de “As eleições para o Parlamento Europeu em Portugal”

Maria Fernanda Rollo, José Maria Brandão de Brito e Alice Cunha, respetivamente Presidente e investigadores do Instituto de História Contemporânea (IHC) apresentam, no dia 12 de dezembro, a publicação “As eleições para o Parlamento Europeu em Portugal”.

A obra surge no âmbito do desafio lançado pelo IHC ao Gabinete de Informação do Parlamento Europeu em Portugal e à Comissão Nacional de Eleições, entidades que patrocinam o livro que agora se publica com a contribuição de vários académicos.

O lançamento está agendado para as 11h do dia 12 de Dezembro, nas instalações do Gabinete de Informação do Parlamento Europeu.

Publicado em Geral

Lançamento de “The Garden as a Lab”

Ana Duarte Rodrigues, docente da Pós-Graduação em “Jardins e Paisagem” da FCSH/NOVA, é coordenadora da publicação “The Garden as a Lab – Where cultural and ecological systems meet in the mediterranean context”.

A publicação será lançada no dia 12 de dezembro, pelas 18h, no Colégio Espírito Santo, em Évora. A apresentação estará ao cargo de Aurora Carapinha.

 

Publicado em Geral

Vencedores do Prémio de Empreendedorismo – Humanamente

Série de entrevistas com as empresas vencedoras do Prémio de Empreendedorismo FCSH/NOVA/Santander Totta – Melhores Planos de Negócio 2014
1 – Em que consiste o projeto “Humanamente”?
A Humanamente é uma startup iniciada em setembro de 2012, criada por duas Terapeutas Ocupacionais, ambas com larga experiência de trabalho com pessoas com demência em contexto institucional e em contexto domiciliar.
Por sermos uma equipa Luso Brasileira, a nossa aposta está centrada, nesta fase inicial, em chegar ao mercado Português e ao mercado Brasileiro, por isso todos os produtos e publicações da Humanamente, estão culturalmente adaptados a estes dois países.
A Humanamente presta serviços de formação e de aconselhamento a instituições e cuidadores informais e está baseada num site :http://www.humana-mente.com/

 

2 – A vossa aposta centra-se na venda de produtos, serviços ou uma conjugação de ambas?
A Humanamente aposta na venda de produtos e publicações online e na prestação de Serviços para pessoas com défices cognitivos e para os seus familiares e prestadores de cuidados. Mas aquilo que nós consideramos ser a grande inovação da trazida pela Humanamente é a conceção dos produtos. A grande maioria dos materiais que vendemos são desenvolvidos e concebidos por nós, tendo em conta as necessidades específicas das pessoas com défices cognitivos. Os produtos que nós comercializamos e que são concebidos por outras marcas, são escolhidos em função do seu conceito base de respeito pela pessoa com défices cognitivos.

3 – Como foi desenvolvida esta ideia?
A ideia de criar a Humanamente surgiu do trabalho de campo durante o Doutoramento de uma das sócias fundadoras, que passou vários meses a fazer observações em Lares de Idosos e que se apercebeu que as pessoas ou estão sem fazer nada, ou então são-lhes propostas atividades que nada têm a ver com a sua cultura, idade ou interesses. Naquele momento, percebemos que era importante encontrar recursos para manter estas pessoas ocupadas, estimuladas e que lhe possibilitassem a participação social. Estes recursos tinham de ser culturalmente adaptados e ir ao encontro das necessidades dos participantes. A par da necessidade de novos recursos, percebemos também da necessidade dos cuidadores em receberem formação e entenderem a importância da Ocupação na vida destas pessoas, enquanto meio de comunicação, estimulação e fonte de prazer.
Foi assim, baseando-nos na evidência e na pesquisa empírica que criamos a Humanamente, esperando que possamos ser sustentáveis e simultaneamente contribuir para a melhoria da prestação de cuidados às pessoas com défices cognitivos, afastando-nos do modelo vigente, que é o modelo médico, tentando contribuir para a implementação do modelo biopsicossocial de prestação de cuidados.

4 – De que forma a FCSH/NOVA pode contribuir para o sucesso comercial do projeto?
Uma vez que uma das sócias é doutoranda na NOVA e investigadora no CesNova, por aí, a FCSH/NOVA já contribuiu porque a Humanamente decorre dessa mesma investigação. A oportunidade de participar do curso de empreendedorismo abriu-nos muitas portas e sentimos que crescemos muito enquanto empresárias. Ter ganho o primeiro prémio foi “a cereja no cimo do bolo”. A relação com a Faculdade e com um centro de investigação ira permitir-nos, não só ganhar alguma credibilidade junto do público, mas também mantermo-nos próximo da academia e estarmos sempre atualizadas sobre a problemática das pessoas com défices cognitivos.

Consulte o website da Humanamente

Veja a página de Facebook

 

1 – Em que consiste o projeto “Humanamente”?

A Humanamente é uma startup iniciada em Setembro de 2012, criada por duas Terapeutas Ocupacionais, ambas com larga experiência de trabalho com pessoas com demência em contexto institucional e em contexto domiciliar.

Por sermos uma equipa Luso Brasileira, a nossa aposta está centrada, nesta fase inicial, em chegar ao mercado Português e ao mercado Brasileiro, por isso todos os produtos e publicações da Humanamente, estão culturalmente adaptados a estes dois países.

A Humanamente presta serviços de formação e de aconselhamento a instituições e cuidadores informais e está baseada num site : www.humana-mente.com

2 – A vossa aposta centra-se na venda de produtos, serviços ou uma conjugação de ambas?

A Humanamente aposta na venda de produtos e publicações online e na prestação de Serviços para pessoas com défices cognitivos e para os seus familiares e prestadores de cuidados. Mas aquilo que nós consideramos ser a grande inovação da trazida pela Humanamente é a concepção dos produtos. A grande maioria dos materiais que vendemos são desenvolvidos e concebidos por nós, tendo em conta as necessidades específicas das pessoas com défices cognitivos. Os produtos que nós comercializamos e que são concebidos por outras marcas, são escolhidos em função do seu conceito base de respeito pela pessoa com défices cognitivos.

3 – Como foi desenvolvida esta ideia?

A ideia de criar a Humanamente surgiu do trabalho de campo durante o Doutoramento de uma das sócias fundadoras, que passou vários meses a fazer observações em Lares de Idosos e que se apercebeu que, as pessoas ou estão sem fazer nada ou então são – lhes propostas actividades que nada têm a ver com a sua cultura, idade ou interesses. Naquele momento percebemos que era importante encontrar recursos para manter estas pessoas ocupadas, estimuladas e que lhe possibilitassem a participação social. Estes recursos tinham de ser culturalmente adaptados e ir ao encontro das necessidades dos participantes. A par da necessidade de novos recursos, percebemos também da necessidade dos cuidadores em receberem formação e entenderem a importância da Ocupação na vida destas pessoas, enquanto meio de comunicação, estimulação e fonte de prazer.

Foi assim, baseando-nos na evidência e na pesquisa empírica que criamos a Humanamente, esperando que possamos ser sustentáveis e simultaneamente contribuir para a melhoria da prestação de cuidados às pessoas com défices cognitivos, afastando-nos do modelo vigente, que é o modelo médico, tentando contribuir para a implementação do modelo biopsicossocial de prestação de cuidados.

4 – De que forma a FCSH/NOVA pode contribuir para o sucesso comercial do projeto?

Uma vez que uma das sócias é doutoranda na UNL e investigadora no CesNova, por aí, a FCSH/Nova já contribuiu porque a Humanamente decorre dessa mesma investigação. A oportunidade de participar do curso de empreendedorismo abriu-nos muitas portas e sentimos que crescemos muito enquanto empresárias. Ter ganho o primeiro prémio foi “a cereja no cimo do bolo”. A relação com a Faculdade e com um centro de investigação ira permitir-nos, não só ganhar alguma credibilidade junto do público, mas também mantermo-nos próximo da academia e estarmos sempre actualizadas sobre a problemática das pessoas com défices cognitivos.

 

 

 

 

 

SITE : www.humana-mente.com

Facebook: https://www.facebook.com/pages/Humana-Mente

Publicado em Geral

Vencedores do Prémio de Empreendedorismo – FindHArt

Série de entrevistas com as empresas vencedoras do Prémio de Empreendedorismo FCSH/NOVA/Santander Totta – Melhores Planos de Negócio 2014

1 – Em que consiste o projeto “FindHArt”?
O projeto FindHArt concebido pela Equipa Encontrharte consiste numa aplicação para  dispositivos móveis com o propósito de motivar o contacto entre utilizadores e a Obra de Arte. Ao ser iniciada, a aplicação apresenta sugestões de diferentes Obras de Arte selecionadas por especialistas. Para cada Obra serão apresentadas informações fundamentais e um mini-trailer que pretende estimular a ida ao local onde a Obra se encontra. Ao visitar as obras inicia-se a construção do perfil artístico do utilizador (CV-HArt). Assim, o FindHArt procura estabelecer uma relação personalizada entre o utilizador e a Obra de Arte.

2 – A vossa aposta centra-se na venda de produtos, serviços ou uma conjugação de ambas?
O FindHArt é um produto simples, intuitivo e eficaz que pretende disponibilizar informações especializadas e apelativas sobre a Obra de Arte. É um projeto que aposta nas novas tecnologias de informação para atingir diferentes públicos, estimulando o conhecimento e a cultura.

3 – Como foi desenvolvida esta ideia?
Esta ideia foi desenvolvida por uma professora e por quatro alunos de História da Arte da FCSH/NOVA. A equipa conta ainda com a colaboração de um especialista em Tecnologias da Informação e Comunicação. A Arte é uma expressão essencial para o Homem em cujo sentido e forma estão atitudes e opiniões reveladoras de alterações profundas na sociedade. O FindHart assume-se como uma ferramenta de enriquecimento pessoal do utilizador, privilegiando o contacto direto com a Obra e a sua compreensão através da leitura da História da Arte.

4 – De que forma a FCSH/NOVA pode contribuir para o sucesso comercial do projeto?
A FCSH/NOVA pode contribuir para o sucesso do FindHArt, quer através do apoio e divulgação do projeto, quer através da formação de pessoal especializado, nas mais diferentes áreas que com ele podem colaborar. Para a FCSH será determinante projectar no mercado uma aplicação inovadora que eleva a produção das Humanidades impondo-as num mundo competitivo que não pode esquecer a História, a Arte e a História da Arte.

Publicado em Geral

Vencedores do Prémio de Empreendedorismo – REurb

Série de entrevistas com as empresas vencedoras do Prémio de Empreendedorismo FCSH/NOVA/Santander Totta – Melhores Planos de Negócio 2014

1 – Em que consiste o projeto “REurb”?
O REurb é um projeto que tem como missão trazer as pessoas para a rua. O REurb pretende que as pessoas vivam mais as ruas e praças do seu bairro, com a criação de soluções criativas e low cost para os espaços públicos, que se encontrem vazios, desadequados e onde os cidadãos se sintam desconfortáveis.
O REurb propõe-se a revitalizar as células que compõem o tecido da cidade de forma não standardizada, por forma a garantir o seu bom funcionamento e uma elevada qualidade de vida dos cidadãos.
Pretendemos que as pessoas utilizem mais os espaços públicos na sua cidade, mudando assim o paradigma de “fazer a cidade para os carros” para “fazer a cidade para as pessoas”, adotando o termo urbanístico de “acupunctura urbana”.
O projeto é constituído por cinco elementos multidisciplinares, com conhecimento nas áreas da geografia, arquitetura, engenharia civil e paisagismo, e experiências profissionais internacionais, todos estudantes do Mestrado de Urbanismo Sustentável e Ordenamento do Território da FCSH/NOVA. Cada um dos elementos tem uma visão diferente de cada rua ou praça, permitindo assim a integração de diversas ideias para criar uma solução criativa e inovadora, para o espaço público.

2 – A vossa aposta centra-se na venda de produtos, serviços ou uma conjugação de ambas?
A nossa aposta centra-se na venda de serviços, entre eles:
1. Diagnóstico do local (espaço público, praça, rua), com visita ao local, reunião com os clientes, análise das dinâmicas, com o intuito de fazer uma auditoria ao espaço;
2. Elaboração de Proposta de intervenção para determinado espaço público, com propostas de melhoria e soluções criativas, por forma a criarmos um espaço mais atrativo para as pessoas;
3. Intervenção no espaço público, com soluções diversas, que podem ser pintar algum elemento de mobiliário urbano, pendurar um baloiço, implementar algum jogo no pavimento, ou colocar algum elemento criativo.
Em todos estes serviços pretendemos envolver todos os atores, nomeadamente, os clientes, mas também a população.
Os nossos clientes, podem ser autarquias, que ganham espaços públicos de qualidade e conquistam novos habitantes, ou privados, que valorizam o imóvel e atraem novos clientes.

3 – Como foi desenvolvida esta ideia?
Os cinco elementos do projeto conheceram-se no Mestrado em Urbanismo Sustentável, partilharam experiências profissionais, mas também de vida. Os cinco elementos do REurb, que já viveram na Áustria, Brasil, Cabo Verde, Polónia, Londres e Suécia, partilham a paixão pelas cidades. Por isso o projeto surge com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas, tornando as cidades mais agradáveis através de pequenas intervenções criativas e inovadoras e low cost.
As ideias foram fluindo e consolidaram-se com o apoio do “Pomme de Terre”, uma empresa privada que gostou das nossas ideias e que aceitou financiar o nosso primeiro projeto, o primeiro baloiço que colocámos em Lisboa.
Além disso iniciámos um blog para organizar as boas práticas em urbanismo, mobilidade, cidadania ativa, abrimos uma página no Facebook, para dar a conhecer às pessoas o que fazemos. Encontramo-nos, neste momento, a desenvolver o nosso site onde estarão as iniciativas passadas assim como uma explicação mais elaborada do projecto.
Encontramo-nos agora a estabelecer contactos e parcerias para um melhor desenvolvimento do projeto.

4 – De que forma a FCSH/NOVA pode contribuir para o sucesso comercial do projeto?
A FCSH/NOVA pode contribuir na divulgação do projeto REurb, nos seus diversos meios de comunicação com o exterior – alunos de licenciatura, mestrado, doutoramento, bem como órgãos da comunicação social – visto que a aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos no Mestrado em Urbanismo Sustentável e Ordenamento do Território está patente neste projeto (smart cities, mobilidade urbana, políticas urbanas, entre outros).
Seria também interessante efetuar uma ponte entre a FCSH/NOVA e a FCT/NOVA, uma vez que o Mestrado é em conjunto entre as duas Faculdades. Gostaríamos de poder participar em eventos das Faculdades, para poder divulgar o projeto e o que podemos realizar como REurb, no âmbito de criarmos soluções para trazer as pessoas para as ruas e para as praças.
O acesso de clientes à sala do Centro de Inovação, ao qual temos acesso, assim como o equipamento da mesma com computadores e impressora irá facilitar o crescimento do REURB.
Poderíamos também ter acesso a algum tipo de “preço especial” no que diz respeito a impressões de documentos do REurb na Faculdade.
Queremos crescer juntamente com a Universidade Nova de Lisboa, com o respetivo apoio e divulgando também a FCSH, partilhando contactos, parcerias e conhecimento.

Informações adicionais

Publicado em Geral

NECPRI traz Amnistia Internacional à FCSH/NOVA

 

No âmbito do evento que trará à FCSH/NOVA Victor Nogueira, Presidente da Amnistia Internacional (AI), pedimos a Diogo Pereira, Vice-Presidente do Núcleo de Estudos de Ciência Política e Relações Internacionais (NECPRI) para nos falar do encontro.

O que é a tradicional maratona de cartas da AI?

É o maior evento global de direitos humanos organizado anualmente pela Amnistia Internacional no último trimestre de cada ano, no âmbito da data simbólica de 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Por esta ocasião, pessoas de todo o mundo assinam cartas apelando à solidariedade internacional, em prol de indivíduos e de comunidades em risco. Consistindo na assinatura de cartas pré-elaboradas, enviando-as, de seguida, às entidades capazes de solucionar o caso, como forma de pressão pública internacional.

Qual será o tema a abordar pelos conferencistas?

O tema a abordar pelos conferencistas (Victor Nogueira, Raquel Vaz-Pinto e Alexandra Magnólia Dias) é o grande tema geral dos Direitos Humanos. Todos se focam na atualidade e, cada um, na sua área de maior interesse, como a situação na China, por parte de Raquel Vaz-Pinto, as intervenções humanitárias e missões de paz em África, por Alexandra Magnólia Dias, e toda a temática da violação e luta pelos Direitos Humanos, por Victor Nogueira. No fim, queremos responder a questões como qual é a situação no panorama internacional, qual a responsabilidade e vontade política para alterar a situação (partindo dos casos gerais de violação) e eventuais soluções.

Qual é o contributo da AEFCSH para este evento?

O contributo da AEFCSH passa pelo que esperamos que seja uma parceria estável com o NECPRI. Nesta atividade, a parceria passou essencialmente pelo apoio à organização da Maratona de Cartas, principalmente na divulgação e logística.

Publicado em Geral

Rogério Miguel Puga apresenta comunicação sobre mitos literários nacionais e nacionalismo

Rogério Miguel Puga, professor auxiliar convidado do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas Modernas e investigador do CETAPS, recebeu do consórcio europeu ‘Cultural Literacy in Europe’ uma bolsa para apresentar uma comunicação sobre mitos literários nacionais e nacionalismo. O evento terá lugar no primeiro congresso internacional ‘Cultural Literacy in Europe’, em Birbeck College (Londres), de 16 a 18 de Abril de 2015. Durante o evento vão ser abordados temas como a memória cultural europeia, migração e tradução, textualidade eletrónica, biopolítica, biosocialidade e o corpo.

O consórcio europeu ‘Cultural Literacy in Europe’ é composto pela European Science Foundation, Birbeck College, Universidade de Roehampton, Universidade de Warwick e Universidade de Sófia.

Publicado em Geral

Concurso para jovens poetas lusófonos

Samuel Pimenta, escritor e antigo aluno da FCSH/NOVA, lançou um concurso para poetas dos 18 aos 30 anos para a participação na antologia “Emergente – Novos Poetas Lusófonos”, que decorre até 31 de Dezembro, numa parceria com a editora Livros de Ontem.

“Iniciativas como esta, viradas para jovens poetas, são pouco recorrentes no âmbito da lusofonia. Por isso pretendemos selecionar até 12 jovens poetas emergentes de todo o universo lusófono e reuni-los numa publicação anual. Queremos que a Emergente tenha uma voz plural e que seja representativa do Português que se fala em todo o mundo.”, explica Samuel Pimenta, coordenador da antologia.

Face às dificuldades que muitos jovens poetas encontram em afirmar-se no mercado editorial, a antologia “Emergente” pretende criar um espaço de oportunidade e de reconhecimento que possibilite a projeção nacional e internacional dos seus participantes.

“Independentemente do local onde residam os poetas, a única condição é expressarem-se em Português, qualquer que seja a sua variante. Estão por isso incluídos, também, todos os poetas que vivem na diáspora, assim como os que não têm o Português como língua materna, mas que optam por escrever em Português.”, explica João Batista, CEO e editor da Livros de Ontem.

O júri do concurso é composto por Samuel Pimenta, um membro da editora Livros de Ontem e por um terceiro elemento surpresa, “um poeta já com uma carreira sólida e reconhecida.”, adianta a organização.

Informações adicionais

Publicado em Geral

Prémio Liberdade de Expressão 2014 para Samuel Pimenta

 

A Associação de Escritores de Angra dos Reis (Brasil) atribuiu o Prémio Liberdade de Expressão 2014 ao escritor Samuel Pimenta, antigo aluno da FCSH/NOVA, por considerar que o seu trabalho literário (poesia, contos e crónicas) contribui para a criação e difusão da expressão cultural no Brasil.

A entrega do prémio será dia 4 de Outubro, no Museu do Oriente, em Lisboa, a partir das 18h, integrada na Gala do Prémio Excelência Literarte – CEMD 2014, organizada pela Literarte – Associação Internacional de Escritores e Artistas e pelo Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora.

Samuel Pimenta é originário de Alcanhões, Santarém, e tem-se destacado em Portugal pelo seu ativismo cultural e pela valorização da lusofonia, através da organização de tertúlias literárias um pouco por todo o país. Em 2013, publicou o livro “O relógio”, um dos vencedores do Prémio Jovens Criadores 2012, que critica e denuncia os vícios da atual conjuntura social e económica e, em Junho de 2014, publicou o livro “Geo Metria”. É cronista do site Rede Regional há 2 anos, onde escreve mensalmente, e tem visto alguns dos seus contos, poemas e crónicas publicados em antologias, colectâneas e revistas em Portugal, Angola, Brasil e Moçambique. O seu conto mais recente, “O poeta”, pode ler-se na coletânea “Abril depois de Abril”, da editora Livros de Ontem.

 

Publicado em Geral